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sábado, 16 de junho de 2012

Fundamentos da Devoção ao Imaculado Coração de Maria

Através dos séculos, Papas, Santos, e muitos bons e santos Teólogos ensinaram a importância da devoção e das orações dirigidas à Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria. Ora é necessário rezar à Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria do modo que os Santos nos ensinaram.
Também a Santa Igreja Católica, pilar e alicerce da Verdade, inspirada e orientada pelo Espírito Santo, ensinou de modo consistente através dos séculos esta doutrina e esta prática. A Santíssima Virgem Maria é “Vida, Doçura, e Esperança Nossa”, como tão bem expressa a Salve Regina – a oração milenar da Salve Rainha. Estes títulos e realidades são defendidos contra os ataques dos Protestantes e dos Modernistas por Santo Afonso Maria de Ligório, no seu livro As Glórias de Maria.
O Papa Leão XIII diz-nos que todas as graças nos vêm de Deus, através da Santa Humanidade de Jesus Cristo, e que é pelas Mãos da Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria que chegam até nós. É evidente vermos, a partir desta ordem estabelecida por Deus para a nossa Salvação, que Deus vem em primeiro lugar e acima de todas as coisas – depois, a Sua Santa Humanidade em Jesus Cristo – e depois, Santa Maria Mãe de Jesus. E só depois de Maria é que vem a importância da Santa Igreja Católica. É que Maria é a Mãe da Igreja, e o membro da Igreja mais elevado a seguir a Jesus Cristo, que é a Cabeça.
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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Conheça a história de devoção a Nossa Senhora Auxiliadora

Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.
A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.
No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês seqüestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.
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domingo, 13 de maio de 2012

Mãe

Infelizmente, a palavra "MÃE", na sociedade hodierna, está perdendo o seu valor,o seu autêntico significado,e muitas vezes soando de modo ambíguo como  sinônimo de AMOR.
Ora, aprendemos desde os tempos s de escola primária, que ser Mãe é "ser" muito mais para o outro do que para "ser" para si mesma, pois, o amor de mãe é uma constante doação.
Não somos descrentes, entretanto, na maioria das vezes, o que constatamos contradiz esses conceitos que guardamos desde a nossa infância.
Algumas vezes até em hostil oposição. As reivindicações e leis que percebemos por aí, dizem e com muita argumentação sofisticada querem provar o oposto do que realmente o "ser" mãe significa.
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domingo, 1 de janeiro de 2012

Maria, Mãe de Deus

O Verbo de Deus veio para socorrer a descendência de Abraão, como afirma o Apóstolo, e por isso devia tornar-Se semelhante em tudo aos seus irmãos e assumir um corpo semelhante ao nosso.

É para isso que Maria está verdadeiramente presente neste mistério; foi d’Ela que o Verbo assumiu como próprio aquele corpo que havia de oferecer por nós. A Sagrada Escritura recorda este nascimento e diz: Envolveu-O em panos; além disso, proclama ditosos os peitos que amamentaram o Senhor e fala também do sacrifício oferecido pelo nascimento deste Primogénito.

O anjo Gabriel tinha anunciado esta concepção com toda a precisão e prudência; não lhe disse: «O que há-de nascer em ti», como se tratasse de algo extrínseco, mas de ti, para indicar que o fruto deste nascimento procedia realmente de Maria.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida


Meus queridos irmãos,
O Brasil e o seu povo santo estão unidos, de norte a sul, de leste a oeste, para a grande festa de nossa augusta padroeira: a Virgem da Conceição, Aparecida das águas do Rio Paraíba, no vale do mesmo nome, no ano de 1717.

A devoção à Virgem Maria, depois da Fé Católica, é o maior legado que nossos colonizadores nos deixaram. “Em Portugal se conservará o dogma da fé”, predisse Nossa Senhora em Fátima, exatos 200 anos após a aparição da Virgem Aparecida. No Brasil, por conseqüência, essa fé há-de ser sempre inabalável, pela forma sólida como sempre foi fundada no coração de nossos fiéis.

Poderia a Providência Divina ter, como sinal, conduzido às redes dos dedicados e sofridos pescadores do Paraíba uma cruz – símbolo da nossa fé; ou um ícone do Divino Redentor ou até de algum santo. Mas, não. É a imagem daquela que nos foi dada por Mãe, a Eva do Novo Tempo, numa expressão plácida, orante, imersa no diálogo com o Deus que a criou, como que meditando todas as maravilhas que lhe foi dado conhecer, que vem guiar a espiritualidade daquele povo sofrido, massacrado pelo poder exacerbado, pela injustiça, pela opressão.

Essa imagem da Virgem que se apresenta como ícone de veneração, de contemplação e de modelo tornou-se, com o passar do tempo, uma referência para os brasileiros – para o povo e para a nobreza. A similitude com o povo pobre, a cor negra, a simplicidade de sua escultura tem muito em comum com o povo brasileiro, na sua simplicidade, a ponto de ser consagrada como Rainha e Padroeira do Brasil e, por Decreto Pontifício, coroada como tal. Daí o 12 de outubro ser um dia de grande felicidade e de contentamento espiritual.
No majestoso Santuário Nacional de Nossa Senhora, na paulista Aparecida, ou nas catedrais, igrejas matrizes e filiais, capelanias e oratórios públicos de todo o imenso território nacional, os fiéis, precedidos de seus Pastores, louvam a Deus, por intermédio de sua Mãe que nos legou o mais simples e profundo modo de seguir a Jesus Cristo, o Redentor: “Fazei tudo o que Ele vos Disser!”.

 

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